O que dizer sobre Roma? Se você espera grandes batalhas, cenas de tirar o fôlego, lutas sangrentas, cavalos correndo, pessoas morrendo, campos de batalhas ensangüentados e tudo o que um épico como Coração Valente mostra, você vai, sem dúvida nenhuma, se decepcionar…

Roma é um seriado surpreendentemente inteligente, que conta parte da história de ascensão do maior império de todos os tempos, focando no lado político, na corrupção, nas intrigas entre as famílias ricas e na simplicidade das famílias pobres. É um seriado relativamente curto, com apenas 22 episódios em 2 temporadas.

Tudo começa em 52 a.C, com Júlio César conquistando territórios e ganhando a confiança e a adoração do povo, o que não é bem recebido por Pompeu, o Cônsul de Roma. Sendo Roma até então uma república, Caio Pompeu declara Julio César inimigo de Roma, que retorna à cidade com suas tropas iniciando uma grande guerra pelo poder. Com a fuga de Pompeu, Júlio César assume o poder de Roma e passa a impor suas vontades no Senado, através de corrupção, suborno e chantagem.

Em paralelo, Titus Pullo e Lucius Vorenus, legionários do exército de Júlio César comandados por Marco Antonio, marcam o seriado e ganham a simpatia de qualquer um com a amizade e lealdade que demonstram um ao outro. Ambos têm princípios invejáveis para a época. Bons de briga, lutam como soldados leais, vivem como cidadãos honestos, mas sempre se envolvem em situações que acabam em mortes, algo comum nas ruas e vielas de Roma. Aliás, vale ressaltar a facilidade com que um assassinato era cometido em Roma. Mercenários eram contratados, cometiam o crime, escondiam o corpo ou jogavam o mesmo no rio e, a partir daí, não era mais possível descobrir o assassino e/ou o mandante. Tudo simples, rápido e impune.

Titus Pullo merece destaque especial, não apenas pelo personagem, simples, forte, carinhoso e extremamente leal. O ator Ray Stevenson tem uma atuação impecável e entra em minha humilde lista de atores excepcionais em séries de TV, como Michael Emerson (Benjamin Linus, de Lost) e Matthew Perry (Chandler, de Friends). Lucius Vorenus (vivido pelo também excelente Kevin McKidd) completa a dupla de personagens mais marcantes e carismáticos da trama.

Outros personagens importantíssimos para a trama são a venenosa Átia e seu desafeto Servília, duas mulheres ricas e com grande influência nos homens do senado, sendo Átia a amante de Marco Antonio e Servília a amante de Júlio César. Uma está sempre bolando algum plano maligno para “derrubar” a outra. Octavius, filho de Atia, é um adolescente que acompanha os acontecimentos políticos e se mostra inteligente ao extremo.

O seriado conta com um cenário muito bem elaborado, com vielas apertadas, ruas sujas e cheias de pessoas, que fazem o espectador sentir o calor e a agonia presentes no ambiente. Além disso, o roteiro é inteligente e complexo, com grandes reviravoltas e muito bem desenvolvido. Acontecimentos iniciais aparentemente sem importância se mostram essenciais para formar a história.

Algo que, confesso, me frustrou inicialmente, foi ver a história de Roma e do Egito se confundindo, com o Júlio César e a Cleópatra se envolvendo e tendo um filho juntos. Descobri depois que o seriado é inteiro baseado na história e o fato da rainha do Egito ter se envolvido com o tirano de Roma é real. Ou seja, minha frustração inicial deu lugar à surpresa, por puro desconhecimento da história real.

O que vale mencionar para finalizar este post, foi que eu havia avaliado Roma com uma nota 23. Porém, escrevendo este texto e me forçando a lembrar dos detalhes, percebi que o seriado merece mais. O que me fez pensar na nota mais baixa, foi o fato da primeira temporada manter um ritmo lento por uns 4 ou 5 episódios, esquentando a partir daí. Nada comparado às excelentes atuações, ao roteiro competente e à aula de história.

Pra quem gosta de seriados e de conhecer melhor a história da humanidade, Roma é sem dúvida uma série obrigatória.

        

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!
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Já citei aqui o Ilha de Lost, um blog criado por  por Amanda Barrionuevo, Roberto Siqueira e Thiago Barrionuevo. Inicialmente a idéia era apenas abrir um espaço para boas discussões sobre diversos assuntos, sempre com vários pontos de vista. Por motivos diversos o projeto não andou, mas agora, retomamos com força total.

O Ilha de Lost será um site de Entretenimento, juntando as paixões de cada um dos seus criadores. Categorias como Séries, Filmes, Livros, Jogos e Música, além de assuntos polêmicos discutidos entre nós, com abertura para perguntas e opiniões dos nossos leitores.

Confiram o site, comentem, discutam e nos ajudem a transformar o Ilha de Lost numa opção inteligente de leitura e debate. Mãos à obra e sigam-nos em @IlhadeLost !

 

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!
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Ontem, dia 18 de Setembro de 2011, conhecemos os ganhadores da 63ª edição do Primetime Emmy Awards, o Oscar da TV americana. A cerimônia foi apresentada por Jane Lynch, a Sue Sylvester de Glee, que já participou de séries como Two and a Half Men e The L Word. A atriz abriu o show com um vídeo pré-gravado em que passava por cenários de diversas séries durante um número musical, que terminou ao vivo no palco do Nokia Theatre em Los Angeles.

Como no Oscar, atores e atrizes convidados apresentaram os prêmios, inclusive Charile Sheen, que apresentou, como ele mesmo disse, o prêmio de sua antiga categoria, ou seja, Melhor Ator de Comédia. Antes de mencionar os indicados, Charlie agradeceu a produção de Two and a Half Men pelos 7 anos juntos, e desejou muito sucesso à série.

Não posso comentar sobre os prêmios porque não assisti muitas das séries indicadas, já que não tenho tempo suficiente e ainda estou assistindo séries antigas como The L Word, Arquivo X e Prison Break. Mas confesso que fiquei realmente interessado por Modern Family, que levou o prêmio de Melhor Série de Comédia e os prêmios de Melhor Direção e Melhor Roteiro.

Mas vamos ao que interessa. Abaixo, a lista completa dos vencedores do Emmy Awards 2011. Premiados em negrito.

The Emmy goes to:

Melhor Série Dramática
Boardwalk Empire

Dexter
Friday Night Lights
Game of Thrones
The Good Wife
Mad Men

Melhor Atriz em Série Dramática
Kathy Bates (Harry’s Law)

Connie Britton (Friday Night Lights)
Mireille Enos (The Killing)
Mariska Hargitay (Law & Order: SVU)
Julianna Margulies (The Good Wife)
Elisabeth Moss (Mad Men)


Melhor Ator em Série Dramática
Steve Buscemi (Boardwalk Empire)

Kyle Chandler (Friday Night Lights)
Michael C. Hall (Dexter)

Jon Hamm (Mad Men)
Hugh Laurie (House)
Timothy Olyphant (Justified)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática
Kelly McDonald (Boardwalk Empire)

Christina Hendricks (Mad Men)
Michelle Forbes (The Killing)
Archie Panjab (The Good Wife)
Margo Martindale  (Justified)
Christina Baranski (The Good Wife)

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática
John Slaterry (Mad Men)

Andre Braugher (Men Of a Certain Age)
Walton Goggins (Justified)
Peter Dinklage (Game Of Thrones)
Josh Charles (The Good Wife)

Alan Cumming (The Good Wife)

Roteiro em Série Dramática
Friday Night Lights eps. Always – Jason Katims
Game Of Thrones eps. Baelor – David Benioff e D.B. Weiss

The Killing eps. Piloto – Veena Sud
Mad Men eps. The Suitcase – Matthew Weiner
Mad Men eps. Blowing Smoke – Andre Jacquemetton e Maria Jacquemetton

Direção em Série Dramática
Boardwalk Empire eps. piloto – Martin Scorsese
Boardwalk Empire eps. Anastasia – Jeremy Podeswa

The Borgias eps. The Poisoned Chalice/The Assassin – Neil Jordan
Game Of Thrones eps. Winter Is Coming (Piloto) – Tim Van Patten
The Killing eps. Piloto – Patty Jenkins

Melhor Série Cômica
The Big Bang Theory

Glee
Modern Family
The Office

Parks and Recreation
30 Rock

Melhor Atriz em Série Cômica
Edie Falco (Nurse Jackie)

Tina Fey (30 Rock)
Laurie Linney (The Big C)
Melissa McCarthy (Mike & Molly)
Martha Plimpton (Raising Hope)

Amy Poehler (Parks and Recreation)

Melhor Ator em Série Cômica
Alec Baldwin (30 Rock)

Louis C.K. (Louie)
Steve Carrell (The Office)
Johnny Galecki (The Big Bang Theory)
Matt LeBlanc (Episodes)
Jim Parsons (The Big Bang Theory)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica
Jane Lynch (Glee)

Betty White (Hot In Cleveland)
Julie Bowen (Modern Family)
Kristen Wiig (Saturday Night Live)

Jane Krakowski (30 Rock)
Sofia Vergara (Modern Family)

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica
Jon Cryer (Two And a Half Men)

Chris Colfer (Glee)
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
Ed O’Neill (Modern Family)
Erico Stonestreet (Modern Family)
Ty Burrell (Modern Family)

Roteiro em Série Cômica
Episodes eps. 1×7 – David Crane e Jeffrey Klarik

Louie eps. Poker/Divorce – Louis C.K.
Modern Family eps. Caught In The Act – Steve Levitan e Jeffrey Richman
The Office eps. Good-Bye Michael – Greg Daniels

30 Rock eps.Reaganing – Matt Hubbard, Written By

Direção em Série Cômica
How I Met Your Mother eps. Subway Wars – Pamela Fryman

Modern Family eps. Halloween – Michael Alan Spiller
Modern Family eps. Slow Down Your Neighbors – Gail Mancuso

Modern Family eps. See You Next Fall – Steve Levitan
30 Rock eps. Live Show – Beth McCarthy-Miller

Minissérie ou Telefilme
Cinema Verite – HBO

Downton Abbey – PBS/BBC
The Kennedys – ReelzChannel

Mildred Pierce – HBO
The Pillars Of The Earth – Starz
Too Big To Fail – HBO

Atriz em Minissérie ou Telefilme
Diane Lane (Cinema Verite)

Elizabeth McGovern (Downton Abbey)
Kate Winslet (Mildred Pierce)
Taraji P. Henson (Taken From Me: The Tiffany Rubin Story)

Jean Marsh (Upstairs Downstairs)

Ator em Minissérie ou Telefilme
Edgar Ramirez (Carlos)

Greg Kinnear (The Kennedys)
Barry Pepper (The Kennedys)
Idris Elba (Luther)

Laurence Fishburne (Thurgood)
William Hurt (Too Big To Fail)

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Maggie Smith (Downton Abbey)
Evan Rachel Wood (Mildred Pierce)

Melissa Leo (Mildred Pierce)
Mare Winnigham (Mildred Pierce)
Eileen Atkins (Upstairs Downstairs)

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Tom Wilkinson (The Kennedys)

Guy Pearce (Mildred Pierce)
Brian F. O’Byrne (Mildred Pierce)

Paul Giamatti (Too Big To Fail)
James Woods (Too Big To Fail)

Roteiro em Minissérie ou Telefilme
Downton Abbey – Julian Fellowes
Mildred Pierce – Todd Haynes e Jon Raymond

Sherlock: A Study In Pink – Steven Moffat
Too Big To Fail – Peter Gould
Upstairs Downstairs – Heidi Thomas

Direção em Minissérie ou Telefilme
Carlos – Olivier Assayas (minissérie)

Cinema Verite – Shari Springer Berman e Robert Pulcini (telefilme)
Downton Abbey eps. Parte 1 – Brian Percival (série inglesa)
Mildred Pierce – Todd Haynes (minissérie)

Too Big To Fail – Curtis Hanson (telefilme)

Melhor Programa Musical, Comédia ou Variedades
The Colbert Report

Late Night With Jimmy Fallon
Saturday Night Live
Conan
Real Time With Bull Maher
The Daily Show with Jon Stewart

Melhor Reality Competition
So You Think You Can Dance

The Amazing Race
Project Runway

American Idol
Dancing With The Stars
Top Chef
 

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!

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Olá!
Uma nova página foi criada no Brasil Inteligente.
A página Séries foi criada para os leitores obterem informações básicas sobre os diversos seriados, assistidos ou não por mim. Informações como sinopse, temporadas, número de episódios, diretores, roteiristas, além é claro, dos links para os posts relacionados.

Começamos apenas com 4 seriados, mas a página será atualizada constantemente.

Confiram clicando na imagem ao lado, ou no link da página no cabeçalho e deixem suas opiniões, sugestões e críticas…

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Thiago Barrionuevo

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Batman Begins (2005)
Diretor: Christopher Nolan
Roteiro: David S. Goyer e Christopher Nolan.
Sinopse: “Marcado pelo assassinato de seus pais quando ainda era criança, o milionário Bruce Wayne (Christian Bale) decide viajar pelo mundo em busca de encontrar meios que lhe permitam combater a injustiça e provocar medo em seus adversários. Após retornar a Gotham City, sua cidade-natal, ele idealiza seu alter-ego: Batman, um justiceiro mascarado que usa força, inteligência e um arsenal tecnológico para combater o crime.”

Como não sou fã de histórias de super-heróis, me surpreendi com a qualidade do roteiro e a forma como a história prende, fazendo o espectador acreditar que é realmente possível existir um justiceiro como o Batman. Outra surpresa agradável foi ver o bom e velho Morgan Freeman, sempre perfeito em seus papéis de homem calmo e sábio. Um bom filme que faz você querer assistir a continuação.

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!

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Nas temporadas 3 e 4 de ER, além do ótimo roteiro já citado, percebi um alto desempenho técnico dos atores e principalmente dos diretores de cada episódio (sim, são vários), que trabalham com filmagens longas e complexas. O trabalho de câmera (ou diria “dos câmeras”) é excepcional e essencial para criar o clima de emergência de um Pronto Socorro. Além disso, assistindo às cenas cortadas, ainda sem nenhuma edição, percebemos o quanto somos levados à momentos de tensão apenas pelos sons dos aparelhos e instrumentos médicos, efeitos sonoros colocados somente após as filmagens, mas que se integram ao ambiente tão perfeitamente que não percebemos serem efeitos “artificiais”.

Novamente eu irei citar aqui algo que, para mim, faz a diferença entre séries boas e ruins: a capacidade de prender a atenção e despertar curiosidade do espectador. Em ER, os casos diários atendidos no Pronto Socorro são importantes, mas se tornam secundários pois aprendemos a dar atenção à vida de cada personagem. Os personagens não têm um objetivo comum como “Sair da Ilha”, “Salvar o Mundo”, “Encontrar o assassino”, “Resolver um caso médico”… Eles são apresentados e explorados no seu dia-a-dia, como pessoas normais lutando para alcançar seus objetivos, sem nada espetacular ou especial acontecendo, sem algo inexplicável para atiçar a curiosidade do espectador. E mesmo assim, sem essas artimanhas, a forma como as pessoas e fatos são apresentados faz com que você queira ver o que irá acontecer no próximo episódio, na próxima temporada.

Nestas 2 temporadas muita coisa acontece com diversos personagens, como Susan Lewis se mudando para Pheonix para morar com a irmã e a sobrinha, mesmo após uma declaração de amor do Dr. Greene. Ele, por sua vez, resolve curtir a vida de solteiro, saindo com várias mulheres e agindo como o garanhão Doug Ross, que volta a namorar a enfermeira Carol.

Mas o que me chamou mais atenção foi a abordagem de um assunto ainda polêmico e atual: A AIDS. A enfermeira Jeanie descobre a doença e enfrenta um dilema entre a ética e a paixão pelo seu trabalho. Ela se vê obrigada a contar sobre sua situação, e apesar do suporte da Dra. Weaver, quase perde o emprego e sofre um certo preconceito, mesmo em um ambiente onde as pessoas conhecem e entendem o assunto. Porém, ela demonstra paciência e segurança ao cuidar do filho do Diretor de Staff do Hospital, o Dr. Anspaugh, ganhando sua confiança e ajudando a manter seu emprego.

Apesar de pensar que o personagem principal do seriado é o HOSPITAL (assim como em Lost o personagem principal é a ILHA), eu enxergo 2 personagens no centro do seriado: Dr. Mark Greene e Dr. John Carter, que ganham mais episódios dedicados do que o restante dos personagens. Curiosamente, dentre os personagens mais freqüentes, Mark é o mais experiente e John o mais inexperiente. Sendo o hospital o que eles chamam de um “Teaching Hospital”, ou seja, um hospital escola, acredito que este foco nos 2 não seja uma mera coincidência.

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!

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Two and a Half Men é um seriado que me confunde e divide a minha opinião.  Já disse isso antes, mas acho que vale reforçar já que a segunda temporada confirmou minha percepção: Apesar de ser engraçado e ter piadas inteligentes, os roteiristas dão pouca importância à vida dos personagens, preferindo criar situações engraçadas mesmo que tais situações sejam, muitas vezes, artificiais. A história não rola de forma organizada e orgânica, e os acontecimentos que envolvem a família Harper parecem forçados. Obviamente que isso é compensado com ótimas atuações, principalmente de Jon Cryer, o Alan e do menino Angus T. Jones, o Jake. Charlie Sheen nem parece estar atuando. Solteirão largado, ele vive um personagem que parece inspirado nele mesmo.

Apenas o processo de separação e divórcio de Alan e Judith é uma história contínua e freqüente, e apesar do drama que isso representa principalmente para Alan, não existe nenhum foco puramente sentimental, como acontece em diversos momentos de Friends. Todo o drama vem acompanhado de humor, o que faz os espectadores não se conectarem com o personagem. Isso me parece ser muito ruim, já que os espectadores acostumados com boas histórias e roteiros mais complexos podem não se importar em acompanhar a série.

Two and a Half Men é uma boa comédia e nada mais que isso. Não estou negando aqui o sucesso da série, que tem muitos fãs, mas sinto que as pessoas assistem episódios aleatórios simplesmente para dar boas risadas e não para acompanhar a vida da família Harper. Se é isso que os criadores buscam, eles conseguem atingir o objetivo. Porém, na minha opinião, um seriado deve ser muito mais que isso. Eu vou continuar a assistir na ordem correta porque quero e não porque a série despertou alguma curiosidade em mim.

Thiago Barrionuevo

da nossa pátria amada, chamada Brasil!!!

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